sábado, 7 de julho de 2012

Escândalo!! Será que é verdade??




Talvez, isso explique a razão do jogador Riquelme ter declarado a seguinte frase:

'"Se as pessoas soubessem o que aconteceu na Libertadores de 2012, ficariam enojadas!".
Todos os anti-corinthianos ficaram chocados e tristes por assistir a maneira como o Boca perdeu a Libertadores. Não deveriam.


O que está exposto abaixo é a notícia em primeira mão que está sendo investigada por rádios e jornais de todo o Brasil e alguns estrangeiros, mais especificamente Wall Street Journal of Americas e a VEJA e deve sair na mídia em breve, assim que as provas forem colhidas e confirmarem os fatos.


Fato comprovado:

O Boca Juniors VENDEU a Copa Libertadores para o Corinthias. Os jogadores titulares do Boca foram avisados, às 13:00 do dia 04 de Julho (dia do jogo final), em uma reunião envolvendo o Sr. Daniel Angelici (na única vez que o pr esidente do BOCA compareceu a uma preleção do time), o Técnico Julio César Falcioni, e o Sr. Chris Kypriotis, diretor geral da Nike do Brasil.


Os jogadores reservas permaneceram em isolamento, em seus quartos ou no lobby do hotel.
A princípio muito contrariados, os jogadores se recusaram a trocar o sétimo titulo do campeonato Sulamericano por uma viagem para assistir a copa do mundo no Brasil.


A aceitação veio através do pagamento total dos prêmios, US$140.000,00 para cada jogador, mais um bônus de US$800.000,00 para todos os jogadores e integrantes da comissão, num total de US$ 46.000.000,00 quarenta e seis milhões de dólares) através da empresa Nike.

Além disso, os jogadores que aceitassem o contrato com a empresa Nike nos próximos 4 anos teriam as mesmas bases de prêmios que os jogadores de elite da empresa, como o Cristiano Ronaldo de Portugal, Iniesta da Espanha e Neymar do Brasil.

Mesmo assim, Roncaglia se recusou a jogar, o que obrigou o técnico Daniel Angelici a escalar o jogador Viatri, dizendo que Roncaglia estava com problemas no joelho esquerdo (em primeira notícia divulgada às 08:47 no centro de imprensa) e, logo depois, às 14:15, alterando o prognóstico associando o fato a venda para FIORENTINA).

Assim, combinou-se que o Boca seria derrotado durante a prorrogação, porém a apatia que se abateu sobre os jogadores titulares fez com que o Corinthians, marcasse, em duas falhas simples do time argentino.


Porque será que o Maradona NÃO VEIO ao Brasil, para apoiar o time com toda a sua euforia???

Desde, já agradeço,
Um abraço.
Gunther Schweitzer
Central Globo de Jornalismo.

VERGONHA VERGONHA VERGONHA

Fonte: Brasil Online

Planeta Faminto, um ótimo vídeo excelente para ser visto no final de semana.

http://www.agrolink.com.br/videos/o-planeta-faminto-2---um-novo-capitulo_6885.html

Reuniões Técnicas mobilizam a cadeia produtiva do milho e do sorgo em Porto Alegre/RS


            Adotar ferramentas disponíveis para manter a estabilidade da produção e buscar atingir novos patamares de produtividade são os desafios que técnicos, pesquisadores, estudantes e produtores irão discutir durante a 57ª Reunião Técnica Anual do Milho (RTAM) e a 40ª Reunião Técnica Anual do Sorgo (RTAS), que se realizarão no auditório da Fepagro, de 10 a 12 de julho, em Porto Alegre. Os eventos, promovidos pela Emater/RS-Ascar e Fepagro, serão abertos na terça-feira (10), às 14h.
“Temos que viabilizar não só a manutenção do espaço ocupado com as culturas, mas também buscar o desenvolvimento com sustentabilidade. Temos o intuito de fortalecer, tanto as cadeias produtivas do milho e do sorgo, como as outras que têm relação e interdependência direta com elas”, avalia o engenheiro agrônomo e coordenador dos eventos pela Emater/RS-Ascar, Alencar Paulo Rugeri. “Queremos avançar na produtividade, principalmente do milho, com a utilização de tecnologias como a irrigação.”
            Ao longo de três dias, especialistas irão abordar as políticas públicas para as culturas do milho e do sorgo no Rio Grande do Sul, as perspectivas para os mercados, a disponibilidade hídrica como principal fator de produtividade, os antecedentes e os prognósticos para a próxima safra, a difusão de tecnologias e socioeconomia, fisiologia, fitossanidade, o controle de invasoras e práticas culturais, genética, melhoramento e tecnologia de sementes, além da nutrição vegetal e do uso do solo. Também será abordado o uso agroenergético do milho e do sorgo.
Paralelamente às palestras, estarão expostos painéis com trabalhos técnico-científicos sobre diversas áreas que envolvem a cadeia produtiva do milho e do sorgo nas comissões técnicas.

Raquel Aguiar       
Assessoria de Imprensa da Emater/RS-Ascar

Conselho de Agrometeorologia divulga boletim de prognósticos e recomendações para o trimestre no RS


            O Conselho Permanente de Agrometeorologia Aplicada do Estado do RS (COPAAERGS) divulgou nesta sexta-feira (6) a versão final de seu boletim com os prognósticos e recomendações para o período de julho a setembro no Rio Grande do Sul. O documento foi elaborado em reunião ocorrida na quinta-feira, na sede da Fundação Estadual de Pesquisa Agropecuária (Fepagro). O encontro reuniu representantes do Centro Estadual de Meteorologia (CemetRS), do Instituto Rio Grandense do Arroz (Irga), da Empresa de Assistência Técnica Rural (Emater-RS/Ascar) e do 8º Distrito de Meteorologia.
            Entre as orientações gerais, os integrantes do conselho salientaram que os agricultores devem observar as práticas de rotação de culturas no sistema de produção e, em áreas não cultivadas, manter a cobertura do solo, além de aproveitar o período de inverno para armazenar água. Para as culturas de inverno, o documento aconselha a concluir a semeadura o mais breve possível nas regiões onde houve atraso desta fase por deficiência hídrica e promover práticas de manejo visando a adubação de cobertura, controle de pragas, doenças e plantas daninhas.
O boletim ainda prevê orientações específicas para as culturas do arroz, milho, feijão, soja, hortaliças, para a fruticultura e para as forrageiras.

Fonte: Divisão de Comunicação Social 

sexta-feira, 6 de julho de 2012

Reservas no país
488 terras indígenas reconhecidas e demarcadas pela Funai, em 2005. Juntas, elas somam 105.673.003 hectares, que representa 12,41% do total do território brasileiro. Outras 123 terras ainda estavam em processo de identificação e demarcação em 2005. Suas possíveis superfícies não estão somadas ao total indicado. Existem ainda referências a terras presumivelmente ocupadas por índios que estão por ser pesquisadas, para definir se são ou não indígenas. Segundo o relatório Povos Indígenas no Brasil (2001/2005), lançado no final de 2006 pelo Instituto Socioambiental (ISA), existem 225 etnias no país. A área das terras indígenas já demarcadas é equivalente aos territórios da França e da Grã-Bretanha somados. Nelas vivem cerca de 500 mil índios, do total de 730 mil que habitam o Brasil. Os outros 230 mil índios vivem nas cidades. Na maior metrópole do país, São Paulo, existe a terra Guarani Aldeia Jaraguá, com apenas dois hectares de extensão.

O Estado brasileiro, por meio da Funai, usa o critério tradicional para demarcar estas terras. No futuro, há um plano na Funai de transformá-las em “propriedade coletiva” de cada tribo.

A Amazônia abriga 60% da população indígena do Brasil. A maior parte das terras indígenas, ou 98,61% delas, concentra-se na Amazônia Legal: são 417 áreas, 108.081.442 hectares, representando 20,67% do território amazônico. Destas reservas, 76% das áreas têm reconhecimento legal em diversos graus (terras delimitadas, homologadas ou registradas).

O que sobra, ou 1,39% das terras indígenas, está espalhado pelas regiões Nordeste, Sudeste, Sul e Estado do Mato Grosso do Sul. Essa concentração na Amazônia se relaciona com a forma de ocupação do Brasil pelos portugueses, desde 1500, que se concentrou no litoral do país. Nesta faixa aconteceram os confrontos mais violentos com os índios. Isso causou diminuição da população indígena e a desocupação de suas terras, que acabaram como propriedade privada.  
Como é feita a demarcação      

A Funai nomeia um antropólogo com qualificação reconhecida para elaborar estudo de identificação em prazo determinado. Este estudo fundamenta o trabalho do grupo técnico especializado, que realiza estudos complementares sociológicos, jurídicos, cartográficos, etnológicos e ambientais. Também é feito o levantamento fundiário para delimitar a terra indígena.    

Depois de concluídos os estudos, o grupo apresenta relatório circunstanciado à Funai, que contém dados específicos listados na Portaria nº 14, de 09/01/96, com a caracterização da terra indígena a ser demarcada. O relatório segue para aprovação pelo presidente da Funai, que tem prazo de 15 dias para publicar o seu resumo no Diário Oficial da União (DOU). Há um prazo de 90 dias após a publicação do relatório para que qualquer interessado, inclusive Estados e municípios, manifeste-se sobre a criação da reserva.

Qualquer um que se opuser tem que apresentar ao órgão indigenista suas razões, acompanhadas de todas as provas, para pedir indenização ou demonstrar que o relatório que fundamenta a criação da reserva apresenta algum erro.

Depois disso a Funai encaminha o processo ao ministro da Justiça, que pode aceitar a criação da área ou negá-la com uma decisão fundamentada. Se a reserva for aprovada pelo ministro, com a declaração de seus limites, a Funai faz a sua demarcação física, enquanto o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) realiza o reassentamento de eventuais ocupantes não-índios. Por fim, o procedimento de demarcação deve ser submetido ao presidente da República para homologação por decreto. A terra demarcada e homologada é registrada, em até 30 dias, no cartório de imóveis do seu município e no Serviço de Patrimônio da União (SPU).

Retirado: http://pessoas.hsw.uol.com.br/indios3.htm

Ministério Público acusa Incra de ser maior desmatador da Amazônia




MP entrou com ações na Justiça contra o órgão. Segundo ministério, quase 30% do desmatamento ilegal na Amazônia foram nos assentamentos do instituto. Incra só vai se manifestar quando receber notificação judicial.
            O Ministério Público Federal entrou com ações na Justiça contra o Incra. A acusação ao órgão responsável pela reforma agrária é de ser o maior desmatador da Amazônia.
            Os procuradores da República reuniram informações do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) e do Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia (Imazon). O Ministério Público entrou com ações em cinco estados da região norte e o Mato Grosso.
Segundo o MP, quase 30% do desmatamento ilegal na Amazônia foram nos assentamentos do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra). Apesar do ritmo de queda no desmatamento, aumentou a proporção de áreas degradadas nos assentamentos federais.
Em 2005 o desmate nos projetos de reforma agrária representava um quinto do desmatamento total na Floresta Amazônica. Em 2011, a proporção aumentou para quase um terço.
O Pará é o estado com o maior número de projetos de reforma agrária, 1220. Segundo o MP, na maioria deles o desmatamento ilegal atinge de 50% a até 100% do território.
No assentamento Tuerê, no sudeste do Pará, em 2000, o verde predominava. E 10 anos depois o desmatamento aumentou seis vezes.
“A orientação do Incra aos assentados é de que se não desmatar, não vai haver a criação do assentamento e consequentemente a reforma agrária. Você tem o incentivo da autarquia federal no desmatamento, sem licenciamento. É uma prática ilegal que leva aos números altos de dedmatamento que estão apresentando nessa ação”, diz o procurador da República Daniel Azeredo.
Entre outras medidas, o Ministério Público pede a proibição de novos assentamentos e a recuperação das áreas degradadas. O Incra só vai se manifestar quando receber a notificação judicial.   

Retirado do  g1.com.br/jn.    

Área de soja no Brasil deverá aumentar de 8 a 9% na safra 2012/13

            O clima deverá favorecer o plantio da soja no Brasil na safra 2012/13. Depois de duas temporadas sobre influência do La Niña, e da safra brasileira de grãos do sul do país ter sido dizimada por conta da seca no ciclo 2011/12, a volta do El Niño poderá ser positiva para os trabalhos de campo. 

            O fenômeno climático pode antecipar em cerca de um mês a estação de chuvas, como explicaram alguns meteorologistas. Os grãos deverão ser os mais beneficiados. Em contrapartida, chuvas fora de época podem comprometer o bom desenvolvimento da colheita da cana-de-açúcar e do café. 

            As condições de umidade do solo positivas deverão beneficiar o plantio de soja, principalmente de variedades precoces no Mato Grosso, maior estado brasileiro produtor da oleaginosa. O processo começa no dia 15 de setembro, quando termina o vazio sanitário, e a colheita deverá ter início em janeiro. Em seguida, serão plantadas as safras de milho verão ou algodão. 

            Além do benefício do clima, os sojicultores contam ainda com o estímulo dos altos preços que vêm sendo registrados pela soja tanto no mercado internacional, quanto no mercado interno brasileiro. Na Bolsa de Chicago, o vencimento agosto já caminha para os US$ 16 por bushel e aqui no Brasil, a saca da oleaginosa, nesta quinta-feira, chegou a bater os R$ 75 no porto de Rio Grande. 

            Esses valores historicamente altos deverão refletir, diretamente, em um aumento da área de plantio de soja no Brasil durante a safra 2012/13. Segundo uma estimativa do analista de mercado Carlos Cogo, da Consultoria Agroeconômica, a área de soja deverá registrar um aumento de 8 a 9%, o que significa um incremento de aproximadamente 2 milhões de hectares, e o potencial de produção é de 80 a 82 milhões de toneladas. 

            Em contrapartida, e em detrimento para uma maior área destinada à oleaginosa, o milho deverá perder 8% de sua área, e o algodão 35%. "com esse nível de preços, a área de soja vai ser ampliada e teremos uma forte queda na área de algodão", disse Cogo. 
Fonte: Notícias Agrícolas // Carla Mendes