quarta-feira, 23 de maio de 2012

4 pontos espinhosos do Código Florestal que não agradam nada a Dilma Rousseff

São Paulo – A menos de três dias para o término do prazo que a presidente Dilma Rousseff tem para sancionar o novo Código Florestal, não faltam palpites sobre a decisão que em breve sairá do Planalto. Nesta segunda, a ministra da Secretaria de Relações Institucionais, Ideli Salvatti, disse que a presidente vai vetar parte do texto, mas não mencionou a extensão do ato. Carlos Minc, ex-ministro do Meio Ambiente e atual secretário do Ambiente no Rio, foi além, afirmando que Dilma deverá vetar "algo como 12 ou 14 artigos" do Código Florestal aprovado na Câmara.
Da parte da presidente, predomina o silêncio de quem realiza uma análise minuciosa do documento. Não há dúvidas, no entanto, que o texto aprovado pelos deputados – de contorno mais ruralista – tem sabor amargo para o governo, que preferia a versão saída do Senado, considerada mais “equilibrada”. Confira a seguir 4 pontos espinhosos da nova redação da lei que não atendem às expectativas da presidência e que podem ser vetados:
Recomposição de áreas desmatadas: A diminuição do limite de recuperação de vegetação em áreas de preservação permanente (APPs) é um dos pontos de tensão. O novo Código Florestal estabelece que propriedades rurais localizadas próximas a pequenos rios, de até 10 metros de largura, terão de recuperar uma faixa de 15 metros em cada margem.
Porém, o texto não contempla regras de recomposição de mata para propriedades agrícolas em rios mais largos - ao contrário do texto do Senado, que previa a obrigatoriedade de recomposição de uma faixa de mata entre 30 e 100 metros para rios com mais de 10 metros de largura. Em vez disso, transfere para os Estados a responsabilidade pelas regras de reflorestamento nas margens de rios com mais de dez metros de largura.

Redução de áreas protegidas: O novo Código Florestal retirou a proteção dos apicuns e salgados, locais próximos à praia onde é feita, por exemplo, a carcinicultura (produção de camarão). Segundo o texto, essas regiões deixaram de ser classificadas como APPs, perdendo a proteção legal. O problema, segundo ambientalistas, é que o apicum e o salgado são considerados como pertencentes ao ecossistema manguezal, e, portanto, desempenham papel fundamental na preservação do bioma.
Outra proposta aprovada no novo Código Florestal pelos deputados que também gera grande desconforto é a possibilidade de liberar áreas de encostas e morros para a atividade agropecuária, regiões consideradas sensíveis pela instabilidade e que podem ficar mais suscetíveis a erosões.
Também ficaram de fora do texto aprovado na Câmara as punições para os proprietários de terra e agricultores que descumprirem o prazo de regularização ambiental de cinco anos, a partir da publicação da lei. Mais, o texto alterado pelo deputado Paulo Piau retirou um artigo que impedia a concessão de crédito agrícola àqueles que não regularizassem seus imóveis dentro do prazo.
“Anistia” a desmatadores
O texto do novo Código Florestal aprovado pela Câmara suspende multas e sanções administrativas ao produtor que desmatou até julho de 2008, mediante inscrição no Cadastro Ambiental Rural e adesão ao programa de regularização fundiária.
·         Ainda, segundo o novo texto, imóveis rurais de até 4 módulos fiscais (de 20 a 440 hectares, dependendo da região) ficarão desobrigados de recompor regiões desmatadas em Reserva Legal até julho de 2008. Na prática, essa desobrigação dispensa a maioria das propriedades rurais do país, já que mais de 90% dos imóveis possuem até quatro módulos fiscais.

Presidente tem até o dia 25 para decidir sobre sanção ou veto à nova lei florestal brasileira

Retirado: Revista Exame

“Não é a mais forte das espécies
que sobrevive, nem a mais
 inteligente, mas a mais responsiva
`a  mudança.”

Charles Darwin

China cancela compras de soja com entregas para os próximos meses

Importadores chineses cancelaram algumas compras de soja com entregas para os próximos meses. Segundo informações da agência da Dow Jones, traders afirmam que esse movimento reflete os temores de que a recente baixas dos preços, que reduziu as margens de esmagamentos, continue por mais  algum tempo.

Frente a margens negativas, os processadores da China perderam, por tonelada, cerca de 100
yuans (US$ 15,7836) por tonelada de soja nos preços atuais. Desde 1º de maio, as cotações da oleaginosa já registram uma queda de 10% na Bolsa de Chicago, e os valores de importação da no mercado doméstico caíram de cerca de 4,600 yuans/t no início do mês para 4.300 yuans/t (US$ 1 = 6,32850 yuans).

Esse movimento baixista, portanto, acabou pesando sobre o mercado doméstico, pressionando, principalmente os preços do farelo e do óleo, fazendo com que o esmagamento da oleaginosa comprada anteriormente representasse prejuízos para a maioria dos processadores.

Boatos de que a China não estaria cumprindo com alguns contratos de importação de soja - e também de algodão, carvão e ferro -  circularam pela Bolsa de Chicago nesta terça-feira (22) e trouxeram nervosismo ao mercado, pressionando ainda mais os futuros da soja em Chicago. 

No pregão de hoje, as cotações continuam recuando e registrando perdas de dois dígitos. O mercado chegou a registrar, durante a manhã, perdas de quase 30 pontos, como ontem. Por volta das 12h10 (horário de Brasília), os preços perdiam pouco mais de 17 pontos nos principais contratos. 

Fonte: Notícias Agrícolas // Carla Mendes

Bom Dia! Que tempo é esse!

Incrivelmente venho aqui para falar, que a previsão de chuvas que tínhamos para o dia de hoje em nossa região foi embora. E a previsão ainda mostra que não teremos chuvas para este mês, então ele se encerrando com apenas uma chuva, já fazem 8 meses que estamos com precipitação pluviométrica a baixo da média. Nossos produtores sofrem, pois seus animais estão fracos, não tem mais o que pastar água além de ser pouco, não tem qualidade nenhuma e ainda temos um inverno se aproximando, e com a ocorrência de geadas, a tendência é que piore, muitos  produtores pagaram altos preços pelas sementes de inverno, na expectativa de um plantio no sedo e assim conseguindo salvar seus animais, só que com falta da chuva as pastagens estão secando algo nunca visto antes, outros nem conseguiram semear suas sementes ainda. Que tempo é esse Meu Deus !!

segunda-feira, 21 de maio de 2012

Foto com Alguns Colegas e Professores que estavam no 1° Seminário de Irrigação Coopatrigo Mestrado Profissionalizante em Agricultura de Precisão.

1° Seminário de Irrigação Coopatrigo Mestrado Profissionalizante em Agricultura de Precisão.


            Os Palestrantes escolhidos para esse encontram não poderiam ser melhores, onde a organização se preocupou em fazer um tomada geral, sobre todo o passos para implantação de um sistema de irrigação, manejo do solo até comercialização.
            Começou com a fala do representante de uma empresa de topografia e irrigação, onde ela demonstrou a importância do levantamento topográfico da propriedade, para dali se fazer um estudo e planejamento, da melhor localização da construção das barragens e posteriormente instalação dos sistemas de irrigação.
            Após tivemos uma conversa com o Produtor Valdinei Donato, o qual vem desde 98 com o planejamento do uso do sistema de irrigação o qual começou a funcionar a partir de 2001, então com 11 anos produzindo em baixo de pivô central e em fase final de seu, pois já esta colocando pivô em todas as áreas possíveis e viáveis de sua propriedade. Contou sobre suas dificuldades e o que aprendeu ao longo deste período. Logo depois venho a conversa com a Professora responsável pelo sistema IRRIGA da ufsm, o qual vem auxiliando os produtores a mais de uma década, mostrou como funciona o sistema, no que ele se baseia, para mostra o momento correto de irrigação e quantidade correta para que não haver perca.
            Na parte da Tarde começamos com excelente palestra do Professor e Pesquisador Jackson Fiorin, onde debateu sobre fertilidade do solo, trazendo excelentes trabalhos, e demonstrando á todos presentes. Enfatizando na importância da paliada para uma fertilidade  e a rotação de culturas.  Logo após tivemos a honra de por discutir com o Professor e Pesquisador  Telmo Amado, onde trouxe  sua experiência em estudos com o uso correto de fertilizantes e as reais necessidades que cada cultura e tipo de solo necessita, onde comentou sobre novas tecnologia e tendências para agricultura brasileira. Deixando com umas da suas principais partes de sua palestra para um abordado sobre o uso de gesso no solo, a qual tem deixado excelentes  resultados no primeiros dados coletado. E logo, após foi dado espaço para duas empresas produtoras de milho, Pionner e Agroceres, onde puderam mostrar um pouco do trabalho que elas vem realizando para o melhoramento genético de suas cultivares, principalmente em milho. E este excelente dia que tivemos foi encerrado com  consultores do Banco BRDE, onde explanaram sobre as linhas de créditos, taxas de juros e prazo de pagamento.
Uma Ótima Semana a Todos. E vamos ficar no aguardo da chuva que chegará em nossa região a partir da terça a noite. Se Deus quiser e ele vai querer. A semana que passou foi muito produtiva, pois na quinta-feira, participei do 1º Seminário De Irrigação da Coopatrigo e Mestrado Profissionalizante em Agricultura de Precisão, o qual fiz parte da organização por ser aluno do programa. E no Sábado, fui até Agropecuária Sobradinho, localizada no Município de Maçambara, onde participamos do programa  A VOZ DO CAMPO, e logo a após tivemos a oportunidade de escutar e discutir com o pesquisador do IAPAR do Paraná,Dr Ademir Calegari. E a tarde tivemos a oportunidade de conhecer melhor a Agropecuária, com uma visita a campo, onde A família Wenning, formada por produtores que não se deixam abater pelas dificuldades, que todos produtores enfrentam sempre estão na busca de novas alternativas e saída para agropecuária. Sua propriedade está localizada em uma região de solo arenoso e com má distribuição pluviométrica, onde muitos diziam que era impossível ter altas produções e hoje eles já estão alcançando excelentes médias.