sábado, 12 de maio de 2012

Noticias.

  • Segundo pesquisa os traficantes são 24% dos presidiários brasileiros e quando levantado o dado só mulheres.
  • 24% dos acidentes ocorridos nas rodoviárias Brasileiras acontecem no sábado. 

http://programadojo.globo.com/platb/programa/category/entrevista/page/2/

quarta-feira, 9 de maio de 2012

Subcomissão da Câmara adia votação de proposta sobre compra de terras por estrangeiros


Essa votação, não pode ser mais adiada, pois enquanto a Câmara dos Deputados fica adiando, estrangeiros estão comprando grandes áreas em na ideia de torna o Brasil em suas fazendas. Temos que nós proteger o quanto antes.

Justiça determina fim da cobrança do Funrural a associados da Aprosoja


O Tribunal Regional Federal (TRF) da 1ª Região deu ganho de causa nesta quarta-feira (8) ao Recurso de Apelação da Aprosoja, que questionava a constitucionalidade da cobrança do Fundo de Assistência ao Produtor Rural (Funrural). O TRF ainda determinou a restituição dos valores pagos a partir de 2005. “É uma vitória para a entidade e para todos os produtores rurais”, disse o presidente da Aprosoja, Carlos Fávaro.

A decisão é de mérito e, portanto, só pode ser modificada pelo Supremo Tribunal Federal. Com essa decisão, os produtores associados à Aprosoja não terão descontados os 2,1% incidentes sobre o valor bruto da comercialização de seu produto no momento da venda de sua safra e ainda podem solicitar ao governo o ressarcimento do que já foi pago.

Trâmite – A Aprosoja já vem lutando por esta decisão há alguns anos. Em 2010, o Supremo Tribunal Federal reconheceu a inconstitucionalidade da cobrança desta contribuição social, mas a decisão somente produziu efeitos para as partes daquele processo (produtores rurais do Paraná). Com isso, a entidade entendeu que seria o momento de ajuizar uma ação própria com pedido de liminar, tendo como objetivo a possibilidade do produtor associado deixar de pagar a contribuição.

A liminar foi concedida e, mais tarde, caçada e julgada improcedente em primeira instância. O departamento jurídico da entidade recorreu dessa decisão ao Tribunal Regional Federal da 1ª Região, em Brasília. Agora, aguarda a publicação do acórdão para indicar uma ação aos produtores rurais associados.

O Funrural é uma contribuição social destinada a custear a seguridade (INSS) geral. Este tributo é cobrado sobre o resultado bruto da comercialização rural e descontado, pelo adquirente da produção, no momento da comercialização.

Fonte:APROSOJA

Rápidas

  • Rússia volta a ser principal cliente da carne suína brasileira em abril, diz Abipecs

  • Exportações já sentem efeito da alta do dólar, Dólar começou o ano cotado a R$ 1,73 e atualmente está sendo negociado a quase R$ 1,95. avalia MDIC.

  • Dólar chega ao maior nível em quase três anos com Grécia. Os receios crescentes de agravamento da crise europeia estão reduzindo o apetite por ativos de risco.

  • Juros para pessoa física atingem o menor nível desde 1995. Essa foi a terceira redução das taxas de juro médio, que chegou a 6,25% ao mês em abril.


  • Mercado do boi gordo sofre pressão de baixa, Os Preços de referência para animais abatidos registraram recuo em 11 de 31 praças analisadas pela empresa, aponta Scot Consultoria.


  • Fundação Pró-Sementes e UFPel iniciam turma de Mestrado em Sementes

  • Plano Safra traz poucos benefícios ao Sul do Brasil, dizem produtores. Os Produtores e entidades do setor dizem que reajuste do preço mínimo será insuficiente e restrito.

  • FUTEBOL: STF livra Grêmio de dívida de R$ 82,7 milhões com o Banco Central, Clube venceu em todas as instâncias até agora, garante o diretor jurídico Gustavo Pinheiro.

  • Fluminense envia ofício à Conmebol e questiona escalação de Oscar na Libertadores.Segundo clube carioca, a CBF já declarou que o meia não tem condições legais de jogo para esta quinta-feira. O Caxias que está de olho, pois cogita entrar com ação, por Oscar ter jogado o primeiro jogo da final do Gauchão.


Basf testa ferramenta voltada para agricultura global

A fabricante alemã de defensivos agrícolas Basf, que despende um quarto de seu faturamento (1,6 bilhão de euros) em pesquisa e desenvolvimento, fez o primeiro uso de sua nova tecnologia - uma ferramenta "para medir e avaliar a sustentabilidade na agricultura" - em duas propriedades rurais no Brasil. A AgBalance precisou de dois anos e cerca de dois milhões de euros para ser desenvolvida, na Alemanha, e daqui em diante deve ser aplicada em outros países, de acordo com o diretor-global de Sustentabilidade da companhia, Dirk Voeste.

O instrumento foi testado em duas grandes lavouras brasileiras: da produtora de commodities SLC Agrícola (soja, milho e algodão) e da usina sucroalcooleira Guarani, cujos relatórios foram apresentados ontem (8), em São Paulo. O vice-presidente para o Brasil da Basf, Maurício Russomanno, não quis comentar qual será o custo de implementação do projeto. O processo de análise no campo pode demorar de um a quatro anos, de acordo com outro executivo da companhia.

"O Brasil é um dos maiores mercados do mundo e certamente um dos que mais crescem. Para nós, é uma necessidade estarmos aqui, dando suporte ao agronegócio e à área de sustentabilidade", declarou Voeste ao DCI.

Nos números da Basf, o País compõe, ao lado de outros países da América do Sul, o Oriente Médio e a África, uma "região" responsável por movimentar, em 2011, 5,9 bilhões de euros em vendas (alta de 13%). E que obteve lucro de 471 milhões de euros.

Para este ano, no Brasil, a companhia mantém uma projeção de crescimento equivalente à superação das estimativas da Associação Nacional para a Difusão de Adubos (Anda) e da Associação Nacional de Defesa Vegetal (Andef): algo acima de 5%.

Incluso na conta, o AgBalance consiste em um sistema destinado a avaliar, com base em 69 indicadores, aspectos sociais, econômicos e ambientais da produção rural. "Sustentabilidade não é só meio ambiente", frisou o presidente da Associação Brasileira do Agronegócio (Abag), Luiz Carlos Corrêa Carvalho, o Caio, durante o evento de ontem. A ferramenta da Basf gera um relatório sobre as deficiências (sejam hídricas, relacionadas à poluição ou à mão de obra) da lavoura estudada, entre outros pontos.

A Alemanha já tem uma aplicação do AgBalance em andamento, segundo Voeste. Em seguida, o serviço será testado, nesta ordem, nos Estados Unidos, no Canadá, na França, na Índia e na China. "Esperamos obter o retorno do investimento [do AgBalance] nos próximos um ou dois anos, o mais tardar", disse Voeste.

Para representantes da Basf e do agronegócio, a nova ferramenta - reforçada pelo marketing - pode ser um marco para a qualidade de gestão da agropecuária nacional.

"É preciso que o agronegócio brasileiro esteja preparado para participar de processos de certificações, atendendo às exigências de boas práticas de gestão cobradas pelos países importadores", declarou o presidente mundial de Proteção de Cultivos - agrotóxicos - da Basf, Markus Heldt.

"Isso [o AgBalance] inaugura uma visão real e efetiva de que temos muito para desenvolver em gestão e na área de sustentabilidade", opinou Caio.

O relatório sobre a fazenda da SLC mostrou, por exemplo, que se a empresa reduzisse em 10% seu consumo de fertilizantes, seriam economizados, na fabricação dos insumos, 14,8 milhões de quilowatts - energia elétrica suficiente para abastecer, por um ano, mais de duas mil casas - e deixariam de ser emitidas 7,9 mil toneladas de CO2 (dióxido de carbono) - o mesmo que emitiria um caminhão de 14 toneladas ao dar 150 voltas no planeta.

Questionado sobre uma possível ameaça da criatura contra seu próprio criador (o AgBalance, ao sugerir redução no consumo de fertilizantes, estaria comprometendo as vendas da Basf), um dos executivos que estavam na apresentação de ontem respondeu: "É preciso ter clareza que o AgBalance é uma ferramenta. No caso da redução do uso de fertilizantes, nós não queremos que isso afete a rentabilidade da nossa empresa. Como se diz, empresa no vermelho não investe no verde. A ideia é maximizar o uso de fertilizantes."

A ferramenta também sugere economias como: substituir o modal de transporte de uma fazenda da rodovia para a ferrovia, a pretexto de reduzir os índices de poluição. Mas, atendo-se aos números de quanto seria essa redução, o instrumento não propõe solução alguma para a deficiência logística brasileira.

Secretaria firma parceria/RS para implementação do Mais Água, Mais Renda


A secretaria da Agricultura, Pecuária e Agronegócio (Seapa) firmou, na tarde desta terça-feira (08), na Escola Superior de Cooperativismo, uma parceria com o Sistema Ocergs-Sescoop/RS, com o objetivo de implementar o programa Mais Água, Mais Renda. O termo de cooperação técnica foi assinado pelo secretário Luiz Fernando Mainardi e pelo presidente do Sistema Ocergs-Sescoop/RS, Vergilio Perius.

O coordenador estadual do programa e secretário-adjunto da Agricultura, Claudio Fioreze, palestrou sobre o tema para técnicos de cooperativas e empregados do Sistema. Na opinião de Mainardi, a parceria será importante para difundir a proposta junto a um maior número de produtores, ampliando a sua capilaridade. "Precisamos convencer os produtores a fazer investimento em irrigação", justificou, lembrando que países como Chile e Israel há muito já tomaram esta iniciativa e vem obtendo excelentes resultados.

"A irrigação da lavoura do milho, por exemplo, é estratégica para o desenvolvimento do Estado, já que podemos ampliar a produtividade média de 60 para 200 sacos por hectare, garantindo a alimentação que precisamos para os suínos, aves e rebanho leiteiro, diminuindo a nossa dependência e reduzindo a evasão tributária que ocorre com a importação do produto", justificou Mainardi.

Segundo ele, o Rio Grande do Sul tem que aumentar os índices produtivos para que possa estar em sintonia com o Brasil, que deverá se consolidar como um dos grandes fornecedores mundial de alimentos. Já Fioreze, destacou o fato de que a cada dez anos o Estado enfrenta períodos de estiagens e que isso deixa os produtores inseguros.
O convênio : É voltado às cooperativas gaúchas dos ramos Agropecuário, Infraestrutura e Crédito, define as competências da Secretaria da Agricultura e do Sistema Ocergs-Sescoop/RS no Programa. A Seapa será responsável pela coordenação, administração e divulgação; pela promoção de parcerias e/ou convênios com instituições públicas e privadas; por informar sobre a disponibilidade de recursos para a contratação de operações com previsão de subvenção e por divulgar à Ocergs as informações necessárias para a elaboração e contratação de projetos de irrigação.

O Sistema Ocergs-Sescoop/RS, por sua vez, se comprometerá com a divulgação, acompanhamento e avaliação do Programa junto a dirigentes, técnicos e associados das cooperativas; informará a Seapa/RS sobre o andamento e evolução dos projetos e levará, através de suas publicações, cursos e eventos, orientação técnica a produtores integrados, de forma a incentivar o uso da irrigação por aspersão ou localizada. O desenvolvimento do Programa será avaliado em conjunto pelas cooperativas e pela Secretaria, permitindo o planejamento de ações de curto, médio e longo prazo.
O Programa: Coordenado pela Seapa/RS, em parceria com outras secretarias estaduais e apoio do Banrisul, BRDE, Banco do Brasil, Badesul, Sicredi, Emater, Fepam e Ocergs, a iniciativa visa incentivar e facilitar a expansão da irrigação, viabilizando a prática para aumentar produtividade e renda dos agropecuaristas gaúchos e reduzir os efeitos da estiagem. São concedidos incentivos para a construção de açudes com área alagada igual ou inferior a dez hectares (10 ha) e de áreas a serem irrigadas inferiores a cem hectares (100 ha). O valor anual de investimentos do Governo do Estado será de R$ 75 milhões, com limite máximo de financiamento por propriedade de R$ 500 mil.